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 Um presente para o corpo
Os alimentos consumidos tipicamente nas festas de fim de ano promovem uma série de benefícios à saúde que podem ser aproveitados durante o ano todo POR MARINA GARRIDO ILUSTRAÇÕES: RAFAEL URNHANI / FOTO: SHUTTERSTOK
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Nozes para o cérebro
Journal of the American Medical Association indicam que a vitamina E e outros antioxidantes encontrados nas nozes podem reduzir o risco da doença de Alzheimer, além de manterem o cérebro funcionando a todo o vapor. A quantidade de oleaginosas sugeridas para o consumo é de, em média, duas unidades por dia. “A ingestão de nozes deve ser moderada, já que contêm 660 calorias em 100 gramas”, aconselha a nutricionista Viviane Borges, do Hospital São José da Beneficência Portuguesa, de São Paulo. |
Uva combate o câncer
“O alimento contêm boas doses de vitamina C, do complexo B e outras substâncias com poder antioxidante e antican- cerígeno”, pontua a nutricionista Kátia Iared, da clínica BKNR Prevenção e saúde. Entre os últimos grupos está o licopeno, importante substância que previne o surgimento de cânceres de mama e próstata. Por conter altas doses de frutose, o consumo para diabéticos deve ser restrito. |
Castanhas ajudam a glândula da tireoide
As castanhas, em geral, são ricas em selênio, elemento importante no metabolismo da tireoide, já que converte o hormônio T4 em T3, forma mais ativa de funcionamento e menos propícia a problemas. “Além disso, as castanhas são boas fontes de gordura ômega-3, que possui ação anti-inflamatória. E, como as demais sementes oleaginosas, a porção é de duas unidades por dia”, completa Kátia Iared. |
Cereja contra inflamações
“O alimento é um importante anti-inflamatório natural, que previne dores, principalmente as de cabeça, devido à existência de antioxidantes, cianidina e antocianina”, explica a nutricionista Cláudia Itosu, do Hospital Santa Virgínia, de São Paulo. Na hora de saboreá-las, opte pela fruta fresca e evite a versão em calda, que contém muito açúcar. “A porção semanal equivale a aproximadamente oito cerejas. Em excesso pode provocar problemas estomacais”, alerta Kátia Iared. |
Damasco: amigo do peito
Ele é rico em betacaroteno, substância antioxidante que previne a ação dos radicais livres, que envelhecem as células do organismo e atenuam o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. “Embora o damasco seja uma fruta considerada rara no País, é possível comprá-lo fresco (a melhor forma de absorver seus nutrientes). Para saber se a fruta está boa, veja se a casca está brilhante, sem machucados ou fendas”, dá a dica Cláudia Itosu. |
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